Quem sou eu?
Nossa que pergunta difícil de responder! Será que eu sou o mesmo para todas as pessoas que compartilham ou compartilharam comigo os mesmos lugares (casa dos meus pais, escolas, ambientes de trabalhos, "nossa" casa). Provavelmente, não! Cada pessoa que teve o prazer ou desprazer de conviver comigo deve carregar uma lembrança (imagem) ou não do que eu "representei" para ela. Minha mãe me vê como seu filho, talvez para ela, eu sempre vou ser um menino que precise de sua proteção! Para minha esposa, talvez eu seja sua "esperança" de uma vida feliz e quem sabe um dia de sua descendência neste mundo! Para os meus colegas de trabalho e para meus estudantes, sinceramente, são muitas cogitações! Mas minha intenção não é ficar complicando aquilo que já é complicado. Por isso, de uma maneira bem simples posso dizer que sou um ator que vivo diversos papéis ao longo da minha existência e que todos eles são igualmente importante para construir e compreender o mosaíco que eu sou.
Sou filho e irmão de uma família brasileira e, portanto, miscigenada. Amo minha mãe, meus irmãos e irmãs, meus sobrinhos e sobrinhas e meus afilhados. Mas cada um de uma forma e intensidade diferente e por razões diversas. Meu pai não o conheci, pois sua morte foi violenta e prematura.
Sou, hoje, esposo de uma linda descendente nipônica. Ela é brava e meu amor por ela é intenso. Certamente, nem todas as minhas características a agradam, e a reciproca é verdadeira, contudo, para mim, o amor exige diversidade, escolha e superação para florescer.
Sou um filósofo que estuda, leciona, questiona, avalia e propõe alternativas de interpretação das ideias filosóficas.
E gosto de muitas coisas e de outras não.
Para vocês
O meu site é para você que estuda filosofia ou busca entender a filosofia de uma forma mais cotidiana. Aqui você vai encontrar materiais que produzo para meus estudantes, reflexões sobre o nosso cotidiano e sugestões de objetos filosóficos!
História do site
Meu site está nascendo agora (abril de 2013), embora já a muito tempo desejasse fazê-lo. Ele nasce de um misto de necessidade pessoal e profissional. O aspecto pessoal diz respeito a minha urgência de tornar público certos pensamentos e visões que possuo, mas sem o rigorismo da academia. Da perspectiva profissional, eu precisava assegurar aos estudantes que trabalham comigo um acesso mais rápido aos materiais e as produções que faço uso durante as aulas.